O pintor e restaurador Jorge de Oliveira, radicado em Paris há 44 anos, vai estar representado em cinco mostras individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro, até ao final do ano. Neste momento, o artista, que nasceu em Febres, já se encontra a preparar duas exposições para o próximo ano, uma delas no Mónaco.

Entre exposições individuais e colectivas, patentes em Portugal e no estrangeiro, o pintor e restaurador Jorge de Oliveira vai estar representado em cinco exposições [ver caixa] até ao final de 2012. A primeira mostra a ser inaugurada intitula-se “Filhos da Gândara”, disponível no Posto de Turismo e Museu Etnográfico da Praia de Mira, de 1 de Setembro (amanhã) até ao final do mês. Neste certame, vão poder ser apreciadas obras do pintor natural de Febres e de Nuno Pedreiro.

Em Outubro, será a vez do Luxemburgo conhecer a arte de Jorge de Oliveira, através da exposição “Pesadelos de Luz”. “Esta é a minha exposição mais conhecida em Portugal, pois já esteve patente em vários locais, como Lisboa, Cantanhede, Mira e Figueira da Foz”, referiu ao AuriNegra o artista que vive em Paris há 44 anos.

Durante o próximo mês de Dezembro, a associação mutualista A Previdência Portuguesa, com sede em Coimbra, receberá “Momentos”, conjunto de telas que o autor descreve como sendo “uma colecção inédita, em estilo abstracto, que retrata o meu problema de visão [pigmentação da retina]”.

A causa da arte 

Paralelamente a estas cinco exposições, o pintor e restaurador está “a preparar uma mostra para a Casa Municipal da Cultura de Cantanhede e uma outra para o Mónaco”, ambas a serem inauguradas em 2013.

Recentemente, a UNESCO atribuiu a Jorge de Oliveira um cartão de membro da Associação Internacional de Artes Plásticas. “Sempre que a UNESCO necessitar de obras de arte para irem a leilão, por forma a angariar verbas para causas humanitárias, eu cedo-as gratuitamente”, explicou, acrescentando que “fico muito feliz em poder utilizar a minha arte para ajudar quem mais precisa”.  | LM

Exposições individuais e colectivas:

– “Filhos da Gândara”, de Jorge de Oliveira e Nuno Pedreiro, patente no Posto de Turismo e Museu Etnográfico da Praia de Mira, de 1 a 30 de Setembro

– “Esperanto”, de Jorge de Oliveira e Alexandre Esmeriz, patente na Biblioteca de Mira, de 1 a 30 de Setembro

– “Pesadelos de Luz”, patente no Luxemburgo, de 4 a 24 de Outubro

– “Cantos da Gândara, patente no Funchal (Madeira), de 24 de Outubro a 24 de Novembro

– “Momentos”, patente em A Previdência Portuguesa (Coimbra), de 1 a 31 de Dezembro