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Maria Edith Tavares Garrido nasceu em Maio de 1935, em Cantanhede. Aí viveu uma infância muito feliz, no seio de uma família que sempre a acarinhou, e tem em sua mãe o exemplo por que se tem guiado ao longo dos anos. Foi professora dedicada, extremamente exigente e ciente das suas obrigações, tendo chegado a desempenhar as funções de Coordenadora Distrital de Extensão Educativa. Por muitos considerada a “mãe” da Expofacic, é nos seus três netos que, por estes dias, mais tem investido o seu tempo. Leia o resto deste artigo »
A erosão costeira é um fenómeno que tem roubado metros de areal a Portugal. Na Praia de Mira, na zona do Bairro do Norte, o mar está a avançar impiedosamente sobre a duna, ameaçando destruir a única muralha que ainda protege as habitações. Entidades responsáveis já estiveram no terreno a avaliar a situação. Leia o resto deste artigo »
São cinco as escolas básicas do concelho de Cantanhede que já não abrem portas no próximo ano lectivo. Em Portugal, são quase três centenas de estabelecimentos que encerram, no âmbito do processo de reorganização da rede escolar nacional. Leia o resto deste artigo »
A Pocariça conta, desde Junho de 2006, com uma Associação que tem como objectivo primordial ajudar. A Associação Padre Manuel António Marques, fundada pelas sobrinhas do pároco já falecido, tenta prestar auxílio a todos quantos lhe batem à porta. As vidas de Nilson e Nelson, gémeos são-tomenses que sofrem de elefantíase, foram as mais recentes a ser tocadas pelos gestos solidários deste grupo de pessoas. Leia o resto deste artigo »
Aquando do balanço da XX Expofacic, em 2010, João Moura considerou que o certame estava “noutro campeonato”. Hoje, um ano e 419 mil visitantes volvidos, o autarca elogiou o trabalho feito pelas equipas “no silêncio e no recato”, trabalho que permitiu consolidar a Expofacic enquanto maior evento do género em Portugal.
Isabel Maria Múrias Ferreira Coelho nasceu a 11 de Abril de 1955 em Coimbra. Com pouco mais de um ano de idade troca a “cidade dos Estudantes” por Casal de S. Tomé, Mira, onde viria a ser criada por uma família adoptiva. “É algo que me magoa um pouco”, confessa. Ainda assim, não lhe faltaram amor e carinho por parte daqueles que, apesar de não lhe terem vínculo biológico, considera os seus verdadeiros pais. Viveu uma infância e uma adolescência felizes, com a Gândara a servir de cenário para as suas brincadeiras e descobertas. Apesar de ter apenas a 4.ª classe, descobriu, há alguns anos, uma paixão que vai conjugando com a lavoura: o jornalismo.







