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“Escuteiro um dia, escuteiro para a vida”. Este é um dos lemas do movimento mundial criado por Baden-Powell há mais de 100 anos. No imaginário de muitos a palavra remete para jovens vestidos de camisa e calções a ajudarem idosos a caminhar numa passadeira. No entanto, ser escuteiro não se limita a esse estereótipo, conforme nos explicou o chefe do Agrupamento de Escuteiros de Febres.
Manuel Almeida nasceu no dia 28 de Abril de 1929, na Caniceira, freguesia de Tocha, concelho de Cantanhede. Completou o ensino primário e fez-se logo à vida. Exerceu várias profissões, em Portugal, França e Alemanha, e há 21 anos descobriu uma paixão. Constrói réplicas, em miniatura, de muitos edifícios e objectos típicos da região gandaresa. Depois de ter exposto em vários certames, lamenta não se ter dedicado à arte mais cedo.
Narciso Patrão António nasceu há 83 anos em Sanguinheira, Febres, e conta 70 dedicados à relojoaria. Filho de ourives ambulante, tinha 13 anos quando o seu pai decidiu mandá-lo aprender a arte de relojoeiro: “O meu pai fazia todo o Nordeste Transmontano e precisava de alguém que consertasse os relógios. Assim, quando eu tinha 13 anos, mandou-me aprender. Era para ter sido em Cantanhede, com o Serafim Cavadas, que tantos ensinou, mas acabou por ser no Porto, com João Martins Torres, funcionário da firma Andrade Melo”.
Depois de Jéssica Augusto, Dulce Félix e Filomena Costa terem testado (e aprovado) o tartan da pista de atletismo do Parque Desportivo de Febres, foi a vez de Sara Moreira, campeã nacional e vice-campeã europeia de 3.000 metros, marcar presença naquela infra-estrutura desportiva. A preparação para o Campeonato do Mundo de Atletismo e para os Jogos Olímpicos passa por Febres.





