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A Associação dos Amigos dos Moinhos e do Ambiente da Região da Gândara nasceu em 1994, com o intuito de ajudar a revitalizar os moinhos e os cursos de água. Hoje, é uma Associação que promove actividades em diversas áreas, da conservação ambiental à música e à fotografia, desempenhando um papel relevante na preservação dos usos e costumes da Gândara.
Rui Jorge Gonçalves Pereira Nobre nasceu no dia 28 de Setembro de 1980, em Cantanhede, mas foi numa pequena localidade do concelho, Vila Nova, pertencente à freguesia de Outil, que aprendeu a conhecer o mundo através dos seus olhos de criança, primeiro, e de jovem, depois. Ao primeiro contacto com as disciplinas da área da Ciência, sobretudo a Química, a Física e a Biologia, descobriu uma paixão. Hoje, com 30 anos, foi distinguido com o Prémio BluePharma/Universidade de Coimbra por ter desenvolvido uma técnica pioneira na detecção do cancro do colo do útero.
A maior operação estatística do país já está em marcha. Em Febres, à semelhança do que se passa no resto do território nacional, vai haver um balcão de apoio à população para o preenchimento dos questionários. Em papel ou pela Internet, não se esqueça, tem de responder obrigatoriamente.
O Dia do Pai celebra-se amanhã (sábado, 19), mas no Jardim de Infância de Febres as prendas são entregues já hoje. A partir das 16h30 vai haver festa e, neste dia, os pais tornam-se o centro de todas as atenções.
João Carlos Vidaurre Pais de Moura nasceu em Cantanhede a 1 de Novembro de 1957, o mesmo dia em que, em Coimbra, nasceu Carlos Paião, cantor e compositor português. Cresceu em Febres, onde brincou, jogou à bola e estudou, numa infância e juventude felizes, despreocupadas. Cursou Farmácia na Universidade de Coimbra e foi docente da Universidade do Minho durante duas décadas, funções que se encontram actualmente suspensas. É, desde 2005, Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede.
Uma vaga de assaltos a ourivesarias e a casas de compra e venda de ouro marcou 2010, um ano já considerado como um dos piores de sempre, quer no número de roubos quer na violência utilizada. Cifras negras que prosseguiram em 2011. O pânico instalou-se entre os profissionais do sector e a Segurança Interna admite tomar medidas para combater este tipo de criminalidade.







