A Loja do Cidadão de 2G (segunda geração) vai abrir portas na próxima segunda-feira, dia 29, apurou o AuriNegra junto da Agência para a Modernização Administrativa (AMA). Esta nova estrutura vai permitir aos cidadãos e às empresas uma maior integração de serviços, em função das suas necessidades.

O edifício das antigas instalações do quartel dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede foi alvo de obras de remodelação e adaptação para receber a Loja do Cidadão de 2G, que vai ser inaugurada na próxima segunda-feira. A garantia foi dada ao AuriNegra pela AMA, que se escusou a revelar informações adicionais.

O protocolo de instalação daquela estrutura foi assinado em Janeiro de 2009, na presença do Secretário de Estado da Administração Local e da Secretária de Estado da Modernização Adminis-tra-tiva.

Na altura, o Presidente da Câmara de Cantanhede, João Moura, sublinhou que esta é a primeira loja de segunda geração do distrito de Coimbra, traduzindo-se “num investimento efectivo no aumento da capacidade de respostas às necessidades dos indivíduos e das empresas, relativamente à obtenção de documentos e outros procedimentos administrativos”.

O auto de consignação foi assinado em Setembro passado e a intervenção foi adju-dicada pelo valor de 583.925 euros.

Recorde-se que a Câmara de Cantanhede começou a manifestar à tutela o seu interesse na abertura de uma Loja do Cidadão em 2006, na sequência dos resultados obtidos no Posto de Atendimento ao Cidadão, uma ex-pe-riência precursora que funciona na autarquia desde 2003.

Atendimento da INOVA

O balcão de segunda geração de multiserviços tem na base um conceito novo que assenta na concentra-ção, no mesmo espaço, ser-viços públicos da administração central e do município e serviços privados conexos.

No que diz respeito aos do município, a Loja do Cidadão irá dar resposta à maioria das situações que actualmente são tratadas no edifício dos Paços do Concelho, além de que passará a funcionar aí o atendimento público da INOVA – Empresa Municipal.

A Loja do Cidadão 2G ocupa uma área de cerca de 500 metros no imóvel que a autarquia adquiriu à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários.

Esta nova estrutura proporciona aos cidadãos e às empresas uma maior integração de serviços e racionaliza, geográfica e financeiramente, o modelo de distribuição de serviços públicos, sem perda de proximidade para o cidadão.